sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Vagalume...


 Vagalume...
 
Densa e escura madrugada 
eu abro minha janela...
E posso ver um vagalume...
Não tenho medo mas de abri la no escuro
Porque sei que sua luz me espera...  
E me ilumina fazendo doce...esta fria madrugada
 Adentre minhas janelas pequeno vagalume
Faça me sentir sua magia nesta minha grande estrada
Ilumine meu interior vagalume
Faça me sentir o que eu já esqueci...
 
Eu estava me afogando no mar profundo
No silêncio das águas escuras
E vc me trouxe à tona vagalume
E me elevou às alturas
Para que eu, tão cansada... pudesse respirar
Antes que eu morresse
Salvou me do iminente afogar...
Você resgatou me vagalume
Desperta o que há de mais belo em mim
Me fez voltar a sonhar...

E quando eu me perdi na floresta negra
Veio você para me guiar
Como mágica...iluminou meu caminho
Me encontrou no infinito para me salvar...
Mesmo voando altoo.. voando longeee...
Onde eu não posso te alcançar...
Você é uma mão estendida vagalume
Para eu segurar...
Você é um porto seguro...
meu vagalume
Do meu mar...
E se eu debruçar em minha janela...
Você é meu luar...
 
Não me deixe nunca sozinha meu vagalume
Sem sua luz em minha madrugada fria
Não sei me guiar..
Porque brilhas para mim como uma estrela
Triste serei eu então se nunca mais vê la...
E deixe me estender também a minha mão
Já que és meu vagalume...
Como uma doce melodia... deixe me ser sua inspiração...




quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Resposta ao chamado da minha Senhora (Re: sensualíssima)

Sigo em teu rumo agora
Com a pressa de um coração saudoso
Ansioso por mergulhar nas profundezas de teu amar
Louco por vencer o lento passar da hora
Que me separa de teu olhar hipnotizado
Pela antecipação de meu chegar

Quero sim, alcançar tua alma
Invadir teus espaços mais recônditos
Ao selar com um beijo o encontro
Sentir tua mão que acalma
O arrepio que nos deixa atônitos
Chegar ao fim do desencontro

Anseio-te como água para meu peito árido
Receio-te como o ar que ao te olhar me falta
Não mereço que me chames senhor
Sou eu quem clama teu nome em voz alta
Não passo de um homem de sorriso pálido
Nada mais que um escravo a teu penhor

Como posso ser senhor de minha senhora
Se por tuas carícias e delícias
É meu corpo que implora
Quero arder em fogo eterno sob teu furor
Entregar ao teu ritmo o comando
Receber todo teu desejo, todo teu amor.
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